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Mostrando postagens de maio, 2026
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*Por Mário Quintana Da primeira vez que me assassinaram Perdi um jeito de sorrir que eu tinha... Depois, de cada vez que me mataram, Foram levando qualquer coisa minha... E hoje, dos meus cadáveres, eu sou O mais desnudo, o que não tem mais nada... Arde um toco de vela, amarelada... Como o único bem que me ficou! Vinde corvos, chacais, ladrões de estrada! Ah! desta mão, avaramente adunca; Ninguém há de arrancar-me a luz sagrada! Aves da Noite! Asas do Horror! Voejai! Que a luz, trêmula e triste como um ai, A luz do morto, não se apaga nunca!

O tapa na cara que deveria ser dado nos donos das empresas de ônibus e na prefeitura de Porto Alegre

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  *Por Lucas Berton 12h30min.  Sol de 35º do final de verão porto alegrense. Numa parada da Avenida Protásio Alves um amontoado humano aguarda a aparição de qualquer ônibus das 5 linhas que vão para o centro histórico da cidade. Nada! Provavelmente faltaram motoristas naquela fatídica segunda-feira, talvez por motivos de saúde, o que reduziu drasticamente o número de ônibus em circulação. O aplicativo de celular não acertava nenhum horário. Só zerava e mostrava nova contagem de mais 5 minutos sem que nenhum ônibus despontasse no horizonte. A impaciência das pessoas aumentava, tal como o calor. Eis que, enfim, um verdinho aparece na lomba vindo do caminho do meio trazendo algum alento. Quando finalmente chegou na parada, a massa humana se espremeu para subir os degraus, tipo sardinha sendo enlatada em um veículo já atrolhado de gente e, pra variar, sem ar condicionado. Pra piorar, ia tipo pinga-pinga, parando em todas as paradas para pegar mais passageiros, que iam ...