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Mostrando postagens de agosto, 2025

Arte e responsabilidade

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*Por Mikhail Bakhtin Chama-se mecânico ao todo se alguns de seus elementos estão unidos apenas  no espaço e no tempo por uma relação externa e não os penetra a unidade interna do sentido. As partes desse todo, ainda que estejam lado a lado e se toquem, em si mesmas são estranhas umas às outras. Os três campos da cultura humana — a ciência, a arte e a vida — só adquirem unidade no indivíduo que os incorpora à sua própria unidade. Mas essa relação pode tornar-se mecânica, externa. Lamentavelmente, é o que acontece com maior frequência. O artista e o homem estão unificados em um indivíduo de forma ingênua, o mais das vezes mecânica: temporariamente o homem sai da “agitação do dia-a-dia” para a criação como para outro mundo “de inspiração, sons doces e orações”. O que resulta daí? A arte é de uma presunção excessivamente atrevida, é patética demais, pois não lhe cabe responder pela vida que, é claro, não lhe anda no encalço. “Sim, mas onde é que nós temos essa arte — diz a vida —,...

Al negro Raúl lo voy a defender siempre

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  *Por Artigas Osores A mí que no me vengan con eso de que los gurises de ahora no quieren estudiar y que no saben nada. Es verdad que el contexto, la realidad, la educación y incluso los derechos han cambiado mucho, pero querer comparar todo siempre es odioso. Voy a poner el ejemplo del Raulito aquél botija del barrio, amigo de la infancia y la vagancia en las esquinas y las tardes de nuestra adolescencia, para que entiendan que para nosotros los pobres siempre se nos hace más difícil todo. A él como a nosotros nos costaba mucho aprender el significado de las palabras que para nuestros oídos eran nuevas, por eso Raulito o el negro Raúl como lo llamamos cariñosamente hasta los días de hoy, para aprender el significado de esas palabras nuevas se las ponía como apodo a cualquiera que pasara por su frente, para que después alguien lo corrigiera y le explicara el sentido y el significado de la palabra. Como era un poco tímido y otro poco medroso, no le preguntaba a la maestra por temor...

Se você me der a mão

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  *Por Arlindo Cruz, Chiquinho Vírgula e Marquinhos PQD Se você me der a mão pode dar pé Vamos remover montanhas leva fé A vida não dá colher, mas não precisa talher Se o bicho pega a gente solta o bicho E rema contra a maré (vem comigo, cumpadre) Já houve tempo em que se colocava A carroça na frente dos bois Um por todos e todos por um Um mais um vale mais do que dois O povo unido jamais foi vencido Consegue o que quer Se o bicho pega a gente solta o bicho E rema contra a maré, não é? Se você me der a mão pode dar pé, dar pé Vamos remover montanhas leva fé A vida não dá colher, mas não precisa talher Se o bicho pega a gente solta o bicho E rema contra a maré (não é) A vida não dá colher, mas não precisa talher Se o bicho pega a gente solta o bicho E rema contra a maré Já houve gente que perdeu o rumo e não desatou esse nó Andorinha não faz um verão, antes acompanhado que só A união faz a força e a força consegue quem quer Se o bicho pega a gente solta o bicho E rema contra a maré,...